Boletim Brasileiro de Educação Física
http://boletimef.org

 Pesquisa personalizada

| 日本語 | Ελληνικά | Català | Deutsch | English | Español | Français | Italiano | Nederlands |
 
  Quem somos
  Fórum
  Boletim
  Biblioteca Digital
  Currículos
  Links
  Lançamentos
  Eventos
  Contato
  Assinatura
 
 
  Acompanhe o
  BoletimEF no:
Acompanhe as últimas notícias do BoletimEF no Twitter
Participe da comunidade do BoletimEF no Orkut
 
 -Assinatura
Cadastre seu e-mail para receber gratuitamente o Boletim
 
 -Apoio
CBCE
EEFD/UFRJ
 
 

Influência de protocolos e critérios nos limiares ventilatórios e láticos

Como citar este trabalho:
SANTOS, Tony Meireles dos; GOMES, Paulo Sergio Chagas. Influência de dois protocolos e cinco critérios na relação entre os limiares ventilatórios e láticos. Artus, Rio de Janeiro, v. 18, n. 1, p. 53-65, 1998.
> Resumo  > Abstract  
A relação entre os limiares ventilatórios (LVs) e láticos (LLs) tem sido tema de inúmeras discussões na literatura especializada. O tipo de protocolo de teste de esforço, os critérios utilizados na determinação dos limiares, e a objetividade dos avaliadores na utilização dos critérios, estão entre os diversos fatores que parecem influenciar a relação entre os LVs e LLs. O objetivo do presente estudo foi determinar a relação entre os LVs e LLs a partir de três critérios para LV1 -1) menor valor de VEO2 antes do seu aumento sistemático, sem o aumento de VECO2; 2) quebra na linearidade do aumento do VCO2, vs. VO2; e 3) aumento abrupto e sistemático do QR - e dois critérios para LV2 - 1) menor VECO2 antes do seu aumento sistemático; 2) quebra da linearidade no aumento da VE vs. VCO2 -, com os LLs determinados pela interpretação da curva de lactato em três retas, como sugerido por Skinner & McLellan (Res. Q. Exerc. Sports, v. 51, n. 1, p. 234-248, 1980). Os LVs, para cada critério estudado, foram estabelecidos a partir da média das determinações dos avaliadores que apresentaram uma alta confiabilidade intra-avaliador. Os LLs foram estabelecidos a partir de dois avaliadores atuando em conjunto e utilizando o valor de consenso, como sugerido por Aunola & Rusko by Aunola & Rusko (Eur. J. Appl. Physiol., n. 53, p. 260-266, 1984). Dez fundistas (idade = 29 ± 4 anos; percentual de gordura a partir da pesagem hidrostática = 6,2 ± 3,5 e VO2pico = 72,9 ± 5,4 ml.kg 1 .min-1), após uma adaptação prévia à esteira rolante, foram submetidos aleatoriamente, em dois dias diferentes, a dois testes máximos com diferentes protocolos (protocolo A - 4 min de aquecimento a 3,5 mph e 0% de inclinação, seguido de 5,0 mph a 2%, com aumentos de 1,1 mph na velocidade a cada 2 min, até a exaustão; protocolo B - 6 min de aquecimento a 0%, sendo que a 3 min a 3,5 mph e 3 min na velocidade média entre 3,5 mph e a velocidade equivalente a 60% do VO2pico, seguidos por um incremento de 2% na inclinação, com a velocidade a 60% do VO2pico, após o qual a velocidade era aumentada a cada 2 minutos, a partir da seguinte fórmula: Incremento = [(Vel. máxima + 15%) -(Velocidade 60% do VO2pico) 9] até a exaustão). Todos os indivíduos foram monitorados continuamente durante o teste, para variáveis de troca gasosa respiratória, assim como para o lactato sangüíneo em intervalos regulares. Os resultados da ANOVA não demonstraram interações significativas entre os critérios (LL e LV) e protocolos estudados. O teste t de student não evidenciou diferenças significativas na determinação dos limiares nos dois protocolos estudados. Todos os coeficientes de correlação para LL vs. LV foram significativos (p<0,05), com a exceção do criterio n° 4 e LL2. A partir dos dados apresentados e das limitações inerentes ao presente estudo, pode-se concluir que: a) em atletas de fundo, realizando procedimentos semelhantes aos ora apresentados, a relação entre LLs e LVs se mostrou satisfatória e não depende do protocolo utilizado; e b) recomenda-se que a determinação dos LVs seja feita a partir dos critérios n° 3 (LV1) e n° 5 (LV2), a partir do protocolo B.
 

Download do trabalho completo



Link no eMule - Ajude a compartilhar este trabalho na rede (saiba mais)





 
 
Copyright© 2001-2012 Boletim Brasileiro de Educação Física BoletimEF - Home Topo